Depois de estrear na ficção com Virgínia Mordida, Jeovanna Vieira, convidada do 4º Fliparacatu, retorna ao romance com uma história sobre desaparecimento, memória e heranças familiares. Em Toda Caixa-Preta é Laranja, a escritora capixaba acompanha uma mulher obrigada a adiar o maior passo de sua carreira para procurar o pai que sumiu sem deixar rastros.
A Kinross apresenta a quarta edição do Fliparacatu, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura, com o patrocínio da Caixa e apoio cultural da Prefeitura de Paracatu, Academia de Letras do Noroeste de Minas e Sebrae. Todas as atividades são gratuitas, acessíveis, transmitidas online pelo Youtube e estão alinhadas com os princípios do ESG (Ambiental, Social e Governança) e da ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas).
Às vésperas de se tornar a primeira mulher negra a comandar o maior avião de passageiros do mundo, a protagonista vê sua vida entrar em suspenso quando Viola desaparece durante uma viagem ao Rio de Janeiro. A busca pelo pai rapidamente se transforma em uma descida às camadas mais profundas da memória familiar.
Jornalista e escritora, Jeovanna Vieira é pós-graduada em Literatura para a Infância pela Casa Tombada. Estreou com o romance Virgínia Mordida, publicado pela Companhia das Letras em 2024, e também é autora do livro ilustrado Quem Sumiu com o Sol do Céu?, lançado pela Carambaia em 2026. Toda Caixa-Preta é Laranja é seu trabalho mais recente.
Jeovanna Vieira leva ao festival uma obra que discorre sobre drama familiar e suspense emocional para refletir sobre aquilo que herdamos de quem veio antes de nós — e sobre as tentativas de compreender essas heranças.
4º Fliparacatu
Em 2026, o Fliparacatu realiza sua quarta edição entre os dias 26 e 30 de agosto, homenageando dois dos maiores intelectuais brasileiros: João Guimarães Rosa, pelos 70 anos da publicação de Grande Sertão: Veredas, e o geógrafo Milton Santos, no centenário de seu nascimento.
Com curadoria de Sérgio Abranches, Calila das Mercês e Afonso Borges, além da programação local assinada por Daniela Prado e da curadoria infantojuvenil de Rafael Nolli, o festival reúne escritores, jornalistas, artistas, educadores e pesquisadores para discutir literatura, democracia, meio ambiente, cidades, tecnologia, desigualdade, memória, identidade e os desafios do mundo contemporâneo.
Realizado pela Mentha Cultural, com patrocínio master da Kinross, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e apoio da Prefeitura de Paracatu e da Academia de Letras do Noroeste de Minas, o Fliparacatu reafirma seu compromisso com a diversidade de vozes, o pensamento crítico e a valorização da literatura como ferramenta de transformação social.
Serviço
4º Festival Literário Internacional de Paracatu (Fliparacatu)
De 26 a 30 de agosto de 2026, de quarta-feira a domingo
Local: Centro Histórico de Paracatu
Entrada gratuita
Programação digital no YouTube, Instagram e Facebook – @fliparacatu
Informações para a imprensa: imprensa@sempreumpapo.com.br